A fuga continua.
Vou para todos os lados possíveis: viro a esquina, dou de cara com as costas do meu algoz.
Mais uma esquina, e vejo os pontos pretos que contornam o corpo dele.
Meu esforço para correr é na velocidade da luz, mas há algo que me puxa e corro com a velocidade de um coala comendo folhas de eucalipto.
Não consigo me desvencilhar dessas amarras invisíveis que me prendem.
Paro de lutar contra, do que adianta o esforço se é ele que está em todos os lugares?
Então, que me encontre logo e destrua o que sobrou de mim.
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