Tomando uma xícara de chá me dei conta que este é o ano que o mundo acaba. Ao menos dizem as más línguas. Não queria ficar pensando nisso, mas ao olhar aquele mísero sachezinho que junto ao açúcar torna cada gole único, me pus a divagar sobre as os acontecimentos da vida.
Passo dias e dias estudando, trabalhando e pensando em um futuro distante que talvez nem aconteça. Não por conta do fim do mundo, mas por tudo que acontece com o mundo e com a gente. Desejei não ser eu, mas outra pessoa, alguém com sentidos aguçados para curtir mais a vida, capaz de deixar tudo fluir de forma mais natural, menos tendenciosa, articulada e pensada.

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