Após passar por umas cinco experiências bloguenianas, desistir de três delas e ficar só com duas com certa regularidade, resolvi fazer mais uma tentativa.
Já fiz de um tudo para colocar o que tem na minha mente para fora dela. Queria ter uma penseira (aquela mesmo que tem no Harry Potter), em que eu pudesse acessar em outro momento aqueles pensamentos, aquelas lembranças. Mas não.
Diário em papel, blog sobre a chegada à vida adulta, gravações em foto e vídeo, registro de mudança de casa e incursões gastronômicas pela cozinha... todas elas meio que limitavam a minha mente.
Fui parar no Mulheres que Bebem. Penso: vou escrever sobre isso, sobre aquilo. Desisto. Não parece a cara do blog. E aquelas mulheres escrevem tanta coisa legal, não tenho coragem de estragar e ir para o lado negro da força (ou será o lado claro para elas que não é bom?)
Pois bem, voltei a pensar em outras possibilidades. Aí, surgiu: uma página só minha para escrever qualquer coisa. A minha penseira. Livre de amarras, livre para voar.
Agora, mesmo com tudo dividido em três, tenho um lugarzinho no mundo para libertar a mente, pensar, escrever, entender, expulsar, buscar, simplificar ou complexificar.
Se nada entendeu é que está no caminho, afinal tudo é tão complicado...

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